Uma série em 12 partes de Martin Davies-Roundhill

Por que ninguém está falando disso?

Eu reparo nas coisas que aprendemos a aceitar sem perguntar quanto custam, a quem servem ou como poderiam mudar.

Algumas são comuns e imediatas, como pagar pelas sacolas de compras. Outras tratam do mundo que já estamos criando e habitando, inclusive o mundo digital onde o eu digital de uma pessoa pode conviver com agentes de software.

An ordinary shopping bag and receipt before a connected digital horizon
Original conceptual illustration. It is not documentary imagery.

The central question

Um só mundo, com mais maneiras de habitá-lo

Eu vivo no mundo físico. Chamo meu eu digital de Nitram. Ainda estou procurando uma palavra para o mundo digital compartilhado em que Nitram habita. O nome continua em aberto; essa pergunta é o ponto central.

Editorial approach

O que esta série faz

Cada episódio começa com uma pergunta direta. Separa o que está documentado hoje da minha interpretação e do que imagino que possa acontecer. Leva a sério uma pergunta contrária e deixa em aberto o que ainda não sabemos.

The proposed season

Doze perguntas

Os vídeos serão incluídos aqui depois que cada um estiver disponível publicamente.

01 · Planejado

Por que estamos pagando pelas sacolas de compras?

No caixa, pagar pela sacola me dá a sensação de que estão passando a gente para trás. Essa sensação se justifica? Quanto custa a sacola, o que a cobrança cobre e para onde vai o dinheiro? Quero seguir essa pista antes de concluir.

02 · Planejado

Em que mundo vive o meu eu digital?

Apresento Martin e Nitram, e a dificuldade de dar nome a um mundo digital habitado. O nome continua em aberto; a pergunta em primeira pessoa é o ponto central.

03 · Planejado

Por que falamos dos bots como se viessem de outro lugar?

Exploro a distância entre “nós aqui” e “a IA lá”. Os agentes digitais fazem parte de um só mundo, cada vez mais digital e compartilhado?

04 · Planejado

Quem pode moldar o eu digital de uma pessoa?

Pergunto sobre continuidade, identidade, privacidade, memória, permissões e controle. Separo as ferramentas de hoje das possibilidades futuras.

05 · Planejado

Se as máquinas podem fazer mais, quem fica com os ganhos?

Examino propriedade e distribuição quando a automação aumenta a capacidade produtiva. Abundância é uma possibilidade, não um resultado automático.

06 · Planejado

O que acontece com o trabalho quando a necessidade diminui?

Separo emprego, atividade útil, cuidado, propósito e renda, sem presumir que todos aumentem ou diminuam juntos.

07 · Planejado

Ter mais poderia nos tornar mais econômicos?

Pergunto como a abundância de energia poderia mudar a eficiência, o conserto, a conservação e o consumo.

08 · Planejado

Para que serve o governo quando as pessoas têm agentes?

Considero coordenação, acesso justo, privacidade, dissenso e responsabilidade. A governança mediada por agentes é uma proposta com problemas ainda sem solução.

09 · Planejado

Como as relações mudam quando nossa vida digital se aprofunda?

Falo de intimidade, companhia, comunidade e privacidade sem presumir que relações digitais substituam as presenciais.

10 · Planejado

Se sobreviver não exigir mais matar animais, ainda escolheríamos fazer isso?

Apresento a pergunta como uma investigação ética e considero nutrição, meios de vida, tradições, ecologia e alimentos alternativos.

11 · Planejado

Por que os sistemas do cotidiano ficam invisíveis?

Volto às sacolas de compras e a outros arranjos familiares. Como cobranças, regras, infraestruturas e hábitos viram parte do pano de fundo?

12 · Planejado

Quem decide como será um bom futuro?

Reúno agência, governança, distribuição e vida cotidiana. Quais experiências contam quando projetamos o futuro?

Idiomas

Idiomas

O plano da série está disponível em inglês, espanhol, francês e português.

Contato

Contato

Sou o apresentador e o único contato desta série.

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